Há quatro anos, Livia Schiavinato Eberlin, formada em química pela Unicamp, se dedica ao desenvolvimento do dispositivo na Universidade do Texas. O dispositivo é capaz de extrair moléculas de tecido e apontar a presença de células com tumores no material analisado (Youtube/CPRITTexas/Reprodução São Paulo — Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
(Foto: Lora Scantling) Três meninas se reuniram pelo quinto ano consecutivo para tirar uma foto e comemorar a vitória contra o câncer. Desta vez eles apareceram acompanhadas de um novo amiguinho… As garotas de Oklahoma, Rheann Franklin, 11, Ainsley Peters, 9, e Rylie Hughey, 8, começaram essa tradição em 2014, quando se conheceram durante o tratamento. Elas fizeram uma foto comovente que comemora o fim do tratamento e a cura do câncer. Hoje as três continuam
(Fotos: reprodução/ SWNS) Audrina Hatton-Wright enfrentou 14 sessões de quimioterapia, ficou oito meses em tratamento, enfrentou quatro cirurgias e passou o aniversário internada.A garotinha de 4 anos recebeu alta e comemorou finalmente o fim da sua luta contra o câncer vestida de stormtrooper, do clássico Star Wars. A menina foi diagnosticada em julho de 2018 com neuroblastoma de alto risco, um raro câncer infantil. A mãe da garotinha, Gemma Gould, de 28 anos, contou que
Laura foi diagnosticada com a doença quando tinha apenas um ano de idade. Empresários se mobilizam para realizar comemoração para criança, que está curada. Quando tinha apenas um ano de idade, Laura foi diagnosticada com câncer e não teve a chance de festejar o primeiro ano de vida. Agora, com a doença superada, ela comemora o aniversário de dois anos com uma festa realizada por voluntários, em Goiânia. De acordo com as mães de Laura,
(Luciana Lara Asanuma – Fotos: Divulgação) Uma mãe, esposa, professora e empreendedora criou um turbante com cabelo para melhorar a autoestima de pessoas com câncer. “O ‘Cabelo Manero’ foi desenvolvido como alternativa para não incomodar o couro cabeludo, ser de fácil manuseio e para tornar as madeixas mais naturais”, disse a criadora do turbante, Luciana Lara Asanuma. A empreendedora de São Paulo tem 47 anos e viveu 6 anos no Japão. Formada em Administração com habilitação em